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Ex-bolsista orienta publicação sobre drones a ser apresentada na Turquia

Há quase dois anos, o então bolsista de doutorado sanduíche do programa Ciência sem Fronteiras, Bruno Sielly Jales Costa, recebeu prêmio por melhor artigo em um congresso na cidade de Lausanne, Suíça.

Há quase dois anos, o então bolsista de doutorado sanduíche do programa Ciência sem Fronteiras, Bruno Sielly Jales Costa, recebeu prêmio por melhor artigo em um congresso na cidade de Lausanne, Suíça. Hoje, como professor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Bruno orientou a publicação de três alunos do ensino médio/técnico, Vitor Greati, Vinícius Ribeiro e Celso Soares, que tiveram artigo aceito para apresentação no 2015 IEEE International Conference on Fuzzy Systems (FUZZ-IEEE 2015), um dos maiores congressos da área de inteligência computacional do mundo, que esse ano acontece em Istambul, Turquia.

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O trabalho aceito para apresentação é intitulado "A Visual Protocol for Autonomous Landing of Unmanned Aerial Vehicles Based on Fuzzy Matching and Evolving Clustering" e é produto do projeto de pesquisa iniciado em 2014 no IFRN intitulado "Desenvolvimento de um Protocolo Visual de Pouso para Veículos Aéreos Não-Tripulados", orientado por Bruno e co-orientado pelo professor Ivanilson França Vieira Júnior.

De acordo com o professor, o artigo propõe uma nova abordagem para o pouso preciso de veículos aéreos não tripulados (drones) através de um código visual próprio semelhante ao já conhecido QR Code. "Um aparelho smartphone acoplado ao drone é capaz de identificar corretamente e de maneira bastante precisa um local de pouso dentro de uma grande área de visão. Tal ferramenta facilitaria o uso de drones em missões autônomas, como por exemplo, a entrega de encomendas de uma empresa de transportes, visita a locais de difícil acesso humano etc", explica Bruno.

O ex-bolsista destaca a simplicidade e a autonomia permitida pelo desenvolvimento do trabalho. "Uma das principais vantagens da aplicação é que todo o processamento é realizado no dispositivo acoplado ao drone, sendo possível, assim, produzir em casa o seu próprio helipad (base de pouso do drone) utilizando uma impressora colorida comum", conta.

O evento
A IEEE International Conference on Fuzzy Systems (FUZZ-IEEE) é uma das mais consagradas conferências mundiais sobre sistemas fuzzy, e um dos carros chefes da área de inteligência computacional. Esse ano acontecerá em Istambul, Turquia, nos dias 2 a 5 de agosto. Em 2015 se comemoram os 50 anos do o primeiro artigo na área, publicado pelo Professor Lotfi Zadeh. Durante esse período, os sistemas fuzzy têm sido aplicados, com sucesso, em variados campos, tais como controle, robótica, sistemas inteligentes e análise de imagens. O evento contará com apresentações orais e em pôster, além de painéis, um programa completo de tutoriais, workshops e sessões especiais.

A equipe
Vitor Rodrigues Greati, Vinícius Campos Tinoco Ribeiro e Celso Soares são estudantes concluintes do Ensino Médio Integrado ao Técnico em Informática, pelo IFRN Campus Natal - Zona Norte. Vitor atua em projetos de pesquisa desde 2013, tendo sido bolsista da Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação do IFRN, por dois anos, em projeto de química que lhe rendeu participações em diversas mostras e feiras e, mais recentemente, um processo de geração de patente. Vinícius esteve inserido em projetos de extensão, na área de ecologia e esportes, desde 2011. Ambos são também bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em projeto voltado ao treinamento de estudantes do ensino técnico para competições de programação. Celso atuou como monitor da disciplina de algoritmos em 2011, no IFRN, e iniciou sua trajetória na pesquisa com o projeto que gerou o artigo para o FUZZ-IEEE. Os alunos conseguiram também, em 2014, o segundo lugar em uma competição nacional de programação, a Copa Rio Info de Algoritmos (CRIA).

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O professor Bruno, doutor em Engenharia Elétrica e de Computação em 2014 pela UFRN e bolsista do programa Ciência sem Fronteiras em 2013, realizou o seu estágio doutoral na Universidade de Lancaster, Inglaterra, parceria que deu origem a diversas publicações em periódicos relevantes e congressos internacionais, incluindo a premiação de melhor artigo discente na International Conference on Cybernetics (CYBCONF' 2013), em 2013, na cidade de Lausanne, Suíça. Dedica-se atualmente à pesquisa nas áreas de inteligência computacional e automação industrial. O professor Ivanilson, professor do IFRN desde 2010, dedica-se à pesquisa nas áreas de sistemas embarcados, redes de computadores e aplicações com veículos aéreos não tripulados.

CsF
Lançado em dezembro de 2011, o Ciência sem Fronteiras busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio de suas respectivas instituições de fomento – Capes e CNPq.

Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. Dados do programa podem ser consultados no Painel de Controle do CsF.

(Pedro Arcanjo)

Ex-alunos do Ciência sem Fronteiras criam espaço para inovação

Em 2013, três estudantes de desenho industrial da Universidade de Brasília (UnB) viajaram como bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) aos Estados Unidos, onde conheceram o Fab Lab, uma rede mundial de laboratórios de fabricação digital criada pelo Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MI).

Em 2013, três estudantes de desenho industrial da Universidade de Brasília (UnB) viajaram como bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) aos Estados Unidos, onde conheceram o Fab Lab, uma rede mundial de laboratórios de fabricação digital criada pelo Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MI).

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Em janeiro de 2014, ao concluir a temporada de aprendizagem no exterior, eles voltaram ao País e decidiram abrir o Brasília Fab Lab. Em operação desde o início deste ano, na capital federal, o espaço é um incentivo à pesquisa e à inovação. Funciona como um centro de pesquisa e produção, oferecendo máquinas, ferramentas e tecnologias digitais para elaborar protótipos, construir máquinas e equipamentos e realizar experimentos sem depender da escala industrial. "É um lugar para fazer quase qualquer coisa. Um ambiente de estímulo para que as pessoas continuem criando, inovando e compartilhando suas ideias", conta o designer Guilherme Vargas, 25 anos, ex-bolsista do CsF e um dos sócios da iniciativa.

Para ter uma ideia das possibilidades que essas fábricas-laboratórios oferecem, um dos associados está construindo, no próprio Brasília Fab Lab, um barco com aproximadamente nove metros de comprimento. "Aqui é um lugar em que você pode vir e fazer seus projetos por um custo muito menor do que faria caso encomendasse uma produção em escala industrial, aqui você pode realizar testes dos produtos a custos baixos", reforça Guilherme.

Na opinião do ex-bolsista, mais importantes que as máquinas e os equipamentos oferecidos nesses espaços, são o intercâmbio de experiências e o compartilhamento de informações. "Montamos o Brasília Fab Lab para juntar pessoas que têm carências de insumos. Trabalhamos com o conceito de conhecimento aberto [open source] e procuramos nos integrar ao máximo com outros Fab Labs, para movimentar essa rede de conhecimento. Nós queremos gerar mais inovação e tecnologia nesse ambiente".

Investimentos
Segundo a Associação Fab Lab Brasil, atualmente há mais de 10 Fab Labs em funcionamento e em planejamento no País. O custo médio para a abertura de um Fab Lab varia de R$ 300 mil a R$ 500 mil, devido ao fato de a maior parte dos equipamentos e componentes, como impressoras 3D, cortadoras a laser, mini plotter de corte e máquinas fresadoras, ser importada.

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Para reduzir os custos iniciais, os idealizadores do Brasília Fab Lab optaram por construir ali mesmo grande parte dos itens necessários ao funcionamento do espaço. Junto com Guilherme, estão os sócios André Leal, de 27 anos, Marina Suassuna, de 24, ambos ex-alunos do CsF, além do engenheiro elétrico Bruno Amui e do engenheiro mecatrônico George Brindeiro.

"Desenhamos as peças no computador, imprimimos, montamos e programamos a maior parte das nossas máquinas", conta André, que passou uma temporada como estagiário no California College of the Arts, em São Francisco. "Quando a gente voltou ao Brasil, fiquei pensando que seria legal ter um espaço onde pudesse ensinar a outras pessoas o que eu aprendi, daí veio a ideia do Fab Lab. A gente tem certeza de que aprendeu muito com a oportunidade dada pelo Ciência sem Fronteiras".

Entre os itens construídos pelo grupo, está uma cortadora a laser, cujo preço médio no mercado brasileiro ultrapassa os R$ 50 mil. "Nós gastamos mais ou menos R$ 8 mil para construí-la, porque tivemos que importar peças como o tubo a laser, que veio da China", afirma André.
Marina diz que o gasto para abrir o espaço girou em torno de R$ 50 mil. "Saiu muito mais barato fazer do que comprar e com isso aprendemos muito durante o processo".
Parte da expertise para montar o laboratório, Marina e Guilherme adquiriram no período em que estagiaram na conceituada Parsons The New School for Design, em Nova Iorque. Durante um ano, os então bolsistas do CsF puderam aprofundar seus conhecimentos em design industrial, produtos e tecnologia.

"O Ciência sem Fronteiras foi a melhor experiência acadêmica que tive na minha graduação. O Fab Lab é um reflexo dessa experiência. É como se a gente tivesse aplicando o que a gente aprendeu", avalia Marina.

CsF
Lançado em dezembro de 2011, o Ciência sem Fronteiras busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio de suas respectivas instituições de fomento – Capes e CNPq.

Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. Dados do programa podem ser consultados no Painel de Controle do CsF.

(com informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação)

Ex-alunos do Ciência sem Fronteiras criam espaço para inovação

Em 2013, três estudantes de desenho industrial da Universidade de Brasília (UnB) viajaram como bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) aos Estados Unidos, onde conheceram o Fab Lab, uma rede mundial de laboratórios de fabricação digital criada pelo Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MI).

Em 2013, três estudantes de desenho industrial da Universidade de Brasília (UnB) viajaram como bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) aos Estados Unidos, onde conheceram o Fab Lab, uma rede mundial de laboratórios de fabricação digital criada pelo Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MI).

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Em janeiro de 2014, ao concluir a temporada de aprendizagem no exterior, eles voltaram ao País e decidiram abrir o Brasília Fab Lab. Em operação desde o início deste ano, na capital federal, o espaço é um incentivo à pesquisa e à inovação. Funciona como um centro de pesquisa e produção, oferecendo máquinas, ferramentas e tecnologias digitais para elaborar protótipos, construir máquinas e equipamentos e realizar experimentos sem depender da escala industrial. "É um lugar para fazer quase qualquer coisa. Um ambiente de estímulo para que as pessoas continuem criando, inovando e compartilhando suas ideias", conta o designer Guilherme Vargas, 25 anos, ex-bolsista do CsF e um dos sócios da iniciativa.

Para ter uma ideia das possibilidades que essas fábricas-laboratórios oferecem, um dos associados está construindo, no próprio Brasília Fab Lab, um barco com aproximadamente nove metros de comprimento. "Aqui é um lugar em que você pode vir e fazer seus projetos por um custo muito menor do que faria caso encomendasse uma produção em escala industrial, aqui você pode realizar testes dos produtos a custos baixos", reforça Guilherme.

Na opinião do ex-bolsista, mais importantes que as máquinas e os equipamentos oferecidos nesses espaços, são o intercâmbio de experiências e o compartilhamento de informações. "Montamos o Brasília Fab Lab para juntar pessoas que têm carências de insumos. Trabalhamos com o conceito de conhecimento aberto [open source] e procuramos nos integrar ao máximo com outros Fab Labs, para movimentar essa rede de conhecimento. Nós queremos gerar mais inovação e tecnologia nesse ambiente".

Investimentos
Segundo a Associação Fab Lab Brasil, atualmente há mais de 10 Fab Labs em funcionamento e em planejamento no País. O custo médio para a abertura de um Fab Lab varia de R$ 300 mil a R$ 500 mil, devido ao fato de a maior parte dos equipamentos e componentes, como impressoras 3D, cortadoras a laser, mini plotter de corte e máquinas fresadoras, ser importada.

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Para reduzir os custos iniciais, os idealizadores do Brasília Fab Lab optaram por construir ali mesmo grande parte dos itens necessários ao funcionamento do espaço. Junto com Guilherme, estão os sócios André Leal, de 27 anos, Marina Suassuna, de 24, ambos ex-alunos do CsF, além do engenheiro elétrico Bruno Amui e do engenheiro mecatrônico George Brindeiro.

"Desenhamos as peças no computador, imprimimos, montamos e programamos a maior parte das nossas máquinas", conta André, que passou uma temporada como estagiário no California College of the Arts, em São Francisco. "Quando a gente voltou ao Brasil, fiquei pensando que seria legal ter um espaço onde pudesse ensinar a outras pessoas o que eu aprendi, daí veio a ideia do Fab Lab. A gente tem certeza de que aprendeu muito com a oportunidade dada pelo Ciência sem Fronteiras".

Entre os itens construídos pelo grupo, está uma cortadora a laser, cujo preço médio no mercado brasileiro ultrapassa os R$ 50 mil. "Nós gastamos mais ou menos R$ 8 mil para construí-la, porque tivemos que importar peças como o tubo a laser, que veio da China", afirma André.
Marina diz que o gasto para abrir o espaço girou em torno de R$ 50 mil. "Saiu muito mais barato fazer do que comprar e com isso aprendemos muito durante o processo".
Parte da expertise para montar o laboratório, Marina e Guilherme adquiriram no período em que estagiaram na conceituada Parsons The New School for Design, em Nova Iorque. Durante um ano, os então bolsistas do CsF puderam aprofundar seus conhecimentos em design industrial, produtos e tecnologia.

"O Ciência sem Fronteiras foi a melhor experiência acadêmica que tive na minha graduação. O Fab Lab é um reflexo dessa experiência. É como se a gente tivesse aplicando o que a gente aprendeu", avalia Marina.

CsF
Lançado em dezembro de 2011, o Ciência sem Fronteiras busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio de suas respectivas instituições de fomento – Capes e CNPq.

Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. Dados do programa podem ser consultados no Painel de Controle do CsF.

(com informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação)

Empresa realiza 3ª edição de programa de estágio para bolsistas em universidades japonesas

De 9 a 20 de março, a Mitsui & Co. Ltd. realizou a 3ª edição do programa de estágio para 12 intercambistas brasileiros do Ciência sem Fronteiras matriculados em universidades japonesas (Tohoku University, Shibaura Institute of Technology, Waseda University, Kyushu University, Sophia University). O programa de estágio tem como objetivo transmitir a estudantes brasileiros do CsF informações sobre as indústrias japonesas e ambientes de negócios a partir da perspectiva de um modelo de negócios japonês denominado "Sogo-shosha".

De 9 a 20 de março, a Mitsui & Co. Ltd. realizou a 3ª edição do programa de estágio para 12 intercambistas brasileiros do Ciência sem Fronteiras matriculados em universidades japonesas (Tohoku University, Shibaura Institute of Technology, Waseda University, Kyushu University, Sophia University). O programa de estágio tem como objetivo transmitir a estudantes brasileiros do CsF informações sobre as indústrias japonesas e ambientes de negócios a partir da perspectiva de um modelo de negócios japonês denominado "Sogo-shosha".

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Durante o período, os estagiários participaram de palestras sobre a Mitsui (sua história e suas atividades empresariais) e a cultura empresarial japonesa. Por meio dessas atividades, eles puderam entender a Mitsui, a relação com o Brasil, a cultura de negócios japonesa e as tecnologias avançadas do país. Os participantes também fizeram visitas a locais como Museu Ferroviário (Omiya, Saitama), QVC Japão (Sakura/Makuhari, Chiba), Fábrica da Toyota e Museu Comemorativo da Indústria e Tecnologia (Toyota, Aichi) e Embaixada do Brasil em Tóquio (Kita Aoyama, Tóquio).

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Ao final do programa, os participantes fizeram uma apresentação para executivos da Mitsui & Co. Ltd. e convidados da Embaixada do Brasil em Tóquio, do Ministério das Relações Exteriores do Japão e do Ministério da Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia do Japão. Os bolsistas deram destaque à forte relação da Mitsui com o Brasil e reforçaram a importância de programas como esse para o futuro profissional, bem como para adquirir conhecimento sobre trabalho em grupo e negócios.

A 1ª edição, que ocorreu de 10 a 20 de março de 2014, teve oito estagiários e a segunda, com 11 intercambistas brasileiros, de 18 a 29 de agosto de 2014.

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CsF
Lançado em dezembro de 2011, o Ciência sem Fronteiras busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio de suas respectivas instituições de fomento – Capes e CNPq.

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Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. Dados do programa podem ser consultados no Painel de Controle do CsF.

(CCS/Capes)

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