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Conferências na Hungria reúnem bolsistas do Ciência sem Fronteiras

Nos dias 15 e 20 de janeiro, a Conferência de Reitores Húngaros (HRC) organizou duas conferências no âmbito da Cooperação Acadêmica-Científica Brasileiro-Húngaro para estudantes brasileiros que participam do programa Ciência sem Fronteiras na Hungria. No total, mais de 500 estudantes participaram dos eventos que foram realizados na Escola de Negócios de Budapeste.

 Nos dias 15 e 20 de janeiro, a Conferência de Reitores Húngaros (HRC) organizou duas conferências no âmbito da Cooperação Acadêmica-Científica Brasileiro-Húngaro para estudantes brasileiros que participam do programa Ciência sem Fronteiras na Hungria. No total, mais de 500 estudantes participaram dos eventos que foram realizados na Escola de Negócios de Budapeste.

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Na parte da manhã, os alunos participaram em sessões plenárias abertas por Zoltán Dubéczi, secretário-geral do HRC. Em seguida, József Bódis, presidente da HRC e reitor da Universidade de Pécs; István Rákóczi, chefe do corpo docente dos estudos em língua portuguesa na Universidade Eötvös Loránd; Tamás Szemlér, reitor da Escola de Negócios de Budapeste; e Sarolta Kobori, professora da Universidade de Pécs e da Universidade de São Paulo, proferiram palestras aos presentes.

Na parte da tarde, os participantes assistiram mesas-redondas em dez seções científicas diferentes, sob a orientação dos líderes de seção convidados de instituições de ensino superior que participam do programa Ciência sem Fronteiras. Os alunos apresentaram os seus projetos e pesquisas relacionadas a seus estudos acadêmicos e discutiram suas experiências no programa. Ao final das conferências, os alunos receberam um certificado de participação e apresentação.

A organização de conferências nesse modelo é uma iniciativa inédita entre os países que participam do programa Ciência sem Fronteiras. O principal objetivo foi encerrar as atividades acadêmicas com um evento científico de alta qualidade, reunindo bolsistas de diferentes disciplinas e instituições. Segundo Zoltán Dubéczi , "o evento serviu não só para adicionar valor à experiência acadêmica dos alunos, mas também os ajudou a aprofundar as suas relações profissionais e sociais".

(Com informações da HCR)

Bolsista recebe premiações na Austrália por dedicação acadêmica

O estudante de Engenharia Florestal Luiz Fernando Pereira Bispo é um exemplo de dedicação acadêmica e sua experiência no exterior com o Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) consagrou os anos de muito trabalho. Durante a temporada que passou na University of New South Wales, Austrália, Luiz foi agraciado com três premiações que atestam o grau de comprometimento dos estudantes do CsF.

O estudante de Engenharia Florestal Luiz Fernando Pereira Bispo é um exemplo de dedicação acadêmica e sua experiência no exterior com o Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) consagrou os anos de muito trabalho. Durante a temporada que passou na University of New South Wales, Austrália, Luiz foi agraciado com três premiações que atestam o grau de comprometimento dos estudantes do CsF.

Entre eles, o estudante recebeu o Prêmio "Voluntário do Ano 2014", a partir de sua atuação como membro do Volunteer Army, grupo que coloca indivíduos em contato com a comunidade e oferece oportunidades nos setores ambiental, artístico, saúde, desenvolvimento social.

 

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Luiz foi agraciado com três premiações que atestam o grau de comprometimento dos estudantes do CsF ( Foto:Acervo pessoal)

 

Concedido pela ARC UNSW Student Life, o prêmio é destinado ao voluntário destaque do ano. "Fui homenageado com um recorde de mais de 350 horas de atividades voluntárias em diversos setores. De acordo com os coordenadores, é a primeira vez na história do programa que alguém consegue tal façanha em um ano", declarou Bispo.

 

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Inicialmente candidato da chamada para Portugal, Luiz aprendeu inglês durante o intercâmbio na Austrália (Foto: Acervo pessoal)

 

No período de um ano, o graduando trabalhou como voluntário nas organizações United Nations Association Australia (UNAA), Sydney Children Hospital, Redkite, Heart Foundation, Conservation Volunteers of Australia, Biennale of Sydney, entre outras. Também a convite da United Nations Association Australia (ONU Austrália), Bispo participou, no mês de outubro, de um debate de planos para 2015, que envolveu assuntos relacionados a pobreza, doenças, terrorismo, discriminação e mudanças climáticas.

Além do prêmio de Voluntário do Ano, Luiz também recebeu o prêmio de Outstanding Volunteer of Exhibition, na Bienal de Sydney e 2014 Hidden Eco-Hero, da organização Eco Generation. No Brasil, Luiz Fernando é estudante da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", campus de Piracicaba da Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

Dedicação
Superação e trabalho duro não são novidades na vida de Luiz. "Meus pais adotivos sofreram muita dificuldade devido ao preconceito da sociedade para com eles. Eles são negros e eu branco. Tiveram momentos em que policiais já chegaram a bater em meus pais pensando que eu fosse menino roubado. No entanto, juntos superamos tudo. Cresci em uma 'casa de família', onde minha mãe trabalhava como cozinheira e meu pai era pedreiro", conta.

 

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O estudante teve um recorde de mais de 350 horas de atividades voluntárias em diversos setores (Foto: Acervo pessoal)

 

O bolsista relembra que o começo da carreira acadêmica surgiu com a decepção com o futebol. "Estudei em escola pública [Escola Estadual Fernão Dias Paes]. Tinha o sonho de ser jogador de futebol e, na minha infância, eu me dedicava muito a isso. Falhei na missão futebolística e tinha que pensar em um plano B. Prestei vestibular assim que terminei o ensino médio, mas falhei. Concorri a uma bolsa de estudos no cursinho e consegui um bom desconto nas mensalidades. Ao término do cursinho, prestei vestibular na Fuvest e entrei na USP/Esalq. Foi a maior surpresa para minha família", enfatiza.

Reopção de Portugal
A trajetória de Luiz no Ciência sem Fronteiras se iniciou com a chamada de graduação-sanduíche para Portugal, cancelada para engajar os estudantes brasileiros no aprendizado de uma segunda língua. Foi o caso de Luiz, que aprendeu inglês no intercâmbio. "Escolhi a Austrália devido ao fato de ser um país de língua inglesa, uma língua que queria muito aprender, e também por ter um clima semelhante ao do Brasil", explica.

Sobre a experiência no exterior, o aluno destaca os ganhos positivos nas diferentes frentes que o Ciência sem Fronteiras permite. "Tive uma experiência incrível tanto em termos acadêmicos como de vivência social, cultural e pessoal. O CsF foi o meio que possibilitou a ampliação de meus horizontes. Aprendi uma nova língua, a estudar em um sistema diferente, a conviver com diversas culturas, a ser mais independente e a compreender melhor as relações entre pessoas, organizações e nações ao redor do mundo", concluiu.

 

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O bolsista recebeu convite para participar do evento da United Nations Association Australia (ONU Austrália) (Foto: Acervo pessoal)

 

CsF
Lançado em dezembro de 2011, o Ciência sem Fronteiras já concedeu mais de 87 mil bolsas. O programa busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio de suas respectivas instituições de fomento – Capes e CNPq.

Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. Dados do programa podem ser consultados no Painel de Controle do CsF.

(Pedro Arcanjo/CCS-CAPES – com informações do Portal EcoD)

 

Bolsistas do Ciência sem Fronteiras constroem parque criativo para crianças britânicas

Onze alunos do Programa Ciência sem Fronteiras participaram de um projeto de criação de uma nova área de lazer ao ar livre para alunos do ensino primário da cidade de Leeds no Reino Unido. A Escola Primária Morley Newlands encomendou o projeto no Project Office do Programa da Escola de Arte, Arquitetura e Design (AAD) da Leeds Beckett University, que proporciona aos estudantes de arquitetura dessa instituição a oportunidade de trabalhar com clientes reais.

Onze alunos do Programa Ciência sem Fronteiras participaram de um projeto de criação de uma nova área de lazer ao ar livre para alunos do ensino primário da cidade de Leeds no Reino Unido. A Escola Primária Morley Newlands encomendou o projeto no Project Office do Programa da Escola de Arte, Arquitetura e Design (AAD) da Leeds Beckett University, que proporciona aos estudantes de arquitetura dessa instituição a oportunidade de trabalhar com clientes reais.

A área de lazer, que mede7,5 x 5,5m, inclui diversos obstáculos de jogo, um espaço teatral e uma torre. A torre inclui painéis coloridos e decorativos inspirados nas calçadas da Praia de Copacabana. "A ideia para os blocos decorativos foi dos onze alunos brasileiros na Leeds Beckett, que foram envolvidos no projeto durante o estágio de verão. Todo o projeto, desde a criação até a construção do playground, foi fruto de muito entusiasmo e dedicação da equipe Project Office e numerosos alunos de graduação, pós-graduação de arquitetura e ex-alunos", explicou o diretor do curso, Simon Warren:

Designbrasileiro

Para LarissaMonteiro Machado, estudante brasileira do CsF com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), "foi ótimo estar realmente envolvida em um projeto, construindo nosso design na escola. Foi muito melhor do que simplesmente fazer desenhos do AutoCAD em um escritório normal". Os onze alunos brasileiros envolvidos nesse projeto foram, além da Larissa Monteiro, Beatriz Bacci Arbex, Carolina de Bastiani Grubert, Luiza de Melo Silva, Petrus Fernandes de Oliveira Barboza, Maria Herminia Ziemann Wendt, Roderico de Carvalho Rocha Neto, Ana Paula Gomes Kouzak, Ana Paula Carmo Rodrigues, Julia Temponi Dias Godinho e Vinicius Suekiti Wolff Suda.

Neste mês de janeiro os estudantes de arquitetura terão reuniões com os alunos da escola Morley Newlands para levantar as ideias que eles tinham para o seu playground. "Temos a impressão que a estrutura acabada realmente encarna o que os alunos queriam e nós esperamos que eles tenham muitas horas de diversão utilizando o novo playgrounddurante seus anos na escola", disse Simon Warren.

AdrianStygall, diretor da Escola Primária Morley Newlands, disse que os alunos da Morley também ganharam muito com este projeto porque tiveram contato com jovens, com quem eles podem se identificar, desenvolver habilidades profissionais. "Eles trabalharam com estudantes do Brasil e viram que suas ideias podem se tornar uma realidade. Eles testemunharam um processo de design ao vivo. Mais importante, durante anos eles poderão apreciar esse projeto arquitetônico e a oportunidade de se exercitar e brincar. Agradecemos à Leeds Beckett University e Project Office por nos ajudar a realizar o nosso lema: "Alcançar com prazer", ressaltou o diretor.

Ciência sem Fronteiras

Ciência sem Fronteiras é um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento ¿ CNPq e Capes ¿, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC. O projeto inicial prevê a utilização de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação.

Coordenação de Comunicação Social do CNPq, com informações da UK Higher Education International Unit

Bolsista de graduação-sanduíche publica em periódico de alto impacto

A estudante de medicina Helena Berbara teve a oportunidade de passar um ano na Alemanha como bolsista de graduação-sanduíche do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF). O resultado da experiência foi publicado agora em forma de artigo na revista BMC Anesthesiology, periódico científico de alto impacto, no qual a estudante brasileira assina como primeira autora.

A estudante de medicina Helena Berbara teve a oportunidade de passar um ano na Alemanha como bolsista de graduação-sanduíche do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF). O resultado da experiência foi publicado agora em forma de artigo na revista BMC Anesthesiology, periódico científico de alto impacto, no qual a estudante brasileira assina como primeira autora.

O artigo "Pulmonary vascular permeability index and global end-diastolic volume: are the data consistent in patients with femoral venous access for transpulmonary thermodilution: a prospective observational study" é sobre a avaliação de parâmetros hemodinâmicos de pacientes obtidos a partir de uma tecnologia utilizada em muitos centros de terapia intensiva na Alemanha denominada PICCO. "Tal tecnologia, através da utilização de um cateter venoso e outro arterial, obtém por termodiluição, parâmetros importantes na avaliação de pacientes em estado grave internados em um centro de terapia intensiva, como o volume diastólico final (GEDI), o volume pulmonar sanguíneo (PBV) e a permeabilidade vascular pulmonar (PVPI). Essas informações auxiliam a estimar o estado de saúde do paciente e podem inclusive contribuir para direcionar as possíveis causas de um paciente em choque ou que apresenta um edema pulmomar", explica Helena.

 

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O resultado da experiência de graduação-sanduíche na Alemanha foi publicado em forma de artigo na revista BMC Anesthesiology” (foto: acervo pessoal)

De acordo com a estudante, o estudo tem como objetivo aprimorar os parâmetros dessa tecnologia. "Por ser uma tecnologia relativamente nova, ainda existem parâmetros que devem ser aprimorados. Observou-se que um desses parâmetros, denominado PVPI poderia estar sendo superestimado quando o cateter PICCO era inserido na veia femoral. Com isso, o estudo tinha como foco avaliar se a permeabilidade vascular pulmonar (PVPI) obtida pelo aparelho inserido a partir de um cateter na veia femoral corresponderia de fato ao que seria esperado para aquele paciente", conta.

 

Estágios, pesquisa e artigo
A pesquisa surgiu a partir dos estágios realizados pela estudante em um hospital em Munique. "Na Alemanha havia a possibilidade de fazer o que eles chamam de "Famulaturen", que funcionam como se fossem os nossos estágios práticos no Brasil, porém são obrigatórios para os alemães. Como eu já estava no final da minha graduação em medicina, optei por fazer esses estágios para que eu pudesse ter mais contato com a parte prática da profissão. Hoje, vejo que fiz a escolha ideal, pois além de ter conseguido presenciar o dia-a-dia de um hospital universitário alemão, com alto padrão tecnológico, eu pude realizar essa pesquisa de campo", enfatiza.

No último estágio, Helena passou pela terapia intensiva onde conheceu a equipe que viria a trabalhar para a produção do artigo."Já estava ambientada com a prática do hospital e com os termos técnicos. Com isso, consegui me aproximar mais da equipe e do "Oberarzt" (médico chefe) do setor, Dr. Wolfgang Huber. Haviam outros estudantes alemães no meu setor fazendo trabalhos para seus respectivos doutorados e eles me estimularam a também tentar fazer uma pesquisa. Com isso, perguntei para o Dr. Huber se poderia fazer algum trabalho e ele me permitiu, apresentando já uma ideia. Ele me ajudou durante toda a pesquisa de campo e posteriormente outras médicos alemães foram incorporados ao trabalho para a elaboração da parte escrita", afirma.

 

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O artigo é sobre a avaliação de parâmetros hemodinâmicos de pacientes obtidos a partir de uma tecnologia utilizada em muitos centros de terapia intensiva na Alemanha denominada PICCO (foto: acervo pessoal)

No trabalho, a estudante assina como primeira autora do artigo, situação menos comum, mesmo no Brasil para bolsistas de iniciação científica. "Ter sido a primeira autora do artigo superou as minhas expectativas. Sempre sonhei em conseguir fazer desse intercâmbio, não só uma experiência pessoal, mas também uma ferramenta e um caminho para crescer profissionalmente. Não foi fácil. O primeiro semestre para mim foi um período de adaptação e ambientação à cultura, ao hospital e às pessoas. Sabia que tinha aprendido e amadurecido muito, mas sentia que faltava algo para que eu pudesse voltar para o Brasil com a consciência de que tinha aproveitado em todos os sentidos essa experiência no exterior. No segundo semestre, ao me aproximar da equipe de terapia intensiva, senti que era ali que eu deveria ficar e buscar pela oportunidade que eu tanto queria. Porém, nunca poderia imaginar que os resultados seriam tão bons. Fazia a pesquisa sem ter certeza se de fato iria dar certo. Acabou que o trabalho fluiu e as consequências foram as melhores possíveis", relata.

 

Experiência
De volta ao Brasil, a estudante demonstra satisfação pela participação no programa. "Certamente, se não fosse pelo o Ciência sem Fronteiras eu nunca teria feito um intercâmbio durante a minha graduação. Eu consegui realizar o meu desejo pessoal de morar fora e ainda tive a oportunidade de conciliar com os estudos, obtendo uma bagagem de conhecimentos que sem dúvidas serão importantes para o meu futuro profissional", ressalta.

 

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Segundo Helena, O CsF permitiu experiências que definirão seu futuro como profissional e como cidadã brasileira (foto: acervo pessoal)

Segundo Helena, O CsF permitiu experiências que definirão seu futuro como profissional e como cidadã brasileira. "Eu passei por experiências que não aconteceriam se eu não tivesse conhecido o programa. Acredito que todos que participam do Csf compartilham dessa opinião. O programa engloba alunos que muitas vezes não tiveram contato com outras culturas e ainda é uma porta de entrada para possíveis relações profissionais e de complemento de formação em outros países", concluiu.

 

Acesse o artigo.

CsF
Lançado em dezembro de 2011, o Ciência sem Fronteiras já concedeu mais de 87 mil bolsas. O programa busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio de suas respectivas instituições de fomento – Capes e CNPq.

Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. Dados do programa podem ser consultados no Painel de Controle do CsF.

(Pedro Arcanjo)

 

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