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Inscrições abertas para bolsas de doutorado e pós-doc pelo Instituto Fraunhofer

O Programa Ciência sem Fronteiras, em parceria com o Instituto Fraunhofer, está com a chamada de fluxo contínuo aberta para inscrições de bolsas em universidades da Alemanha nas modalidades de doutorado pleno, doutorado sanduíche e pós-doutorado. Para esta ação a submissão é feita pelo fluxo regular de bolsas no exterior pelo calendário 2013 para bolsas de pós-graduação e pós doutorado
O Programa Ciência sem Fronteiras, em parceria com o Instituto Fraunhofer, está com a chamada de fluxo contínuo aberta para inscrições de bolsas em universidades da Alemanha nas modalidades de doutorado pleno, doutorado sanduíche e pós-doutorado. Para esta ação a submissão é feita pelo fluxo regular de bolsas no exterior pelo calendário 2013 para bolsas de pós-graduação e pós doutorado. A proposta será analisada somente no calendário correspondente ao início da vigência. No total há mais de 250 oportunidades de doutorado e pós-doutorado em todas as áreas de atuação dos Institutos Fraunhofer. Ao chegar na Alemanha, será oferecido gratuitamente para o bolsista um curso de alemão intensivo de dois meses.
Antes de solicitar a bolsa, os candidatos interessados em uma vaga para a realização de doutorado ou pós-doc devem fazer contato com a instituição de seu interesse no exterior para obter uma carta de aceite e enviá-la juntamente com plano de trabalho e currículo atualizado nos formulários disponíveis aquiCaso ainda não tenha definida a instituição para qual deseja solicitar a bolsa, o candidato poderá entrar em contato com os parceiros do Programa Ciência sem Fronteiras no exterior e se informar de todas as oportunidades disponíveis.
Fraunhofer no Brasil - O Brasil conta com um vasto panorama na área de pesquisa e uma longa tradição na condução de pesquisas científicas, que levaram ao desenvolvimento de tecnologias inovadoras em benefício da economia do país. Isto também contribuiu significativamente para o desenvolvimento de uma economia estável e sempre em crescimento nos últimos 15 anos. Atualmente, o país figura dentre as mais importantes indústrias do mundo.
Para promover e apoiar ainda mais esta tendência positiva, o governo alemão intensificou suas atividades no Brasil, especialmente no campo da pesquisa científica. Isto inclui o envolvimento de institutos de pesquisa alemães, como a Fraunhofer-Gesellschaft, que identificou diversos caminhos para iniciar novos projetos em parceria com empresas e organizações locais.
Nos últimos 60 anos, a Fraunhofer-Gesellschaft cresceu e tornou-se uma das mais importantes organizações de pesquisa aplicada da Alemanha, e a maior da Europa. Suas atividades também ultrapassam as fronteiras européias. Com 80 unidades em todo o mundo, a Fraunhofer é uma das maiores instituições de pesquisa – na Alemanha são 60 institutos. Além de suas atividades na Europa, a Fraunhofer-Gesellschaft opera nos EUA, na Ásia, no Oriente Médio e na América Latina.
Para mais informações, acesse o Portal do Programa Ciência sem Fronteiras (www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/fraunhofer) e o site do Instituto Fraunhofer  (www.fraunhofer.de/en).
Calendário 2013 para bolsas de pós-graduação e pós doutorado
Etapas
Cronograma 1
Cronograma 2
Cronograma 3
Inscrição
De 01 de outubro de 2012 a 31 de janeiro de 2013
De 01 de fevereiro de 2013 a  31 de maio de 2013
De 01 de junho de 2013 a  30 de setembro de 2013
Julgamento
abr/13
ago/13
nov/13
Resultado
mai/13
set/13
dez/13
Início da vigência
jun/jul/ago/set de 2013
out/nov/dez de 2013 e jan de 2014
fev/mar/abr/mai de 201

 

Coordenação de Comunicação Social do CNPq 

Evento busca novas parcerias com setor privado para o Ciência sem Fronteiras

Na sexta-feira (3), foi realizada a 5ª Força-Tarefa de Ciência Sem Fronteiras na sede da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), em São Paulo, com objetivo de fomentar o diálogo entre os setores público e privado e aumentar o engajamento de empresas na disponibilidade de estágios no exterior e na adesão ao Portal Estágios e Empregos, recentemente lançado pelo Programa.

Na sexta-feira (3), foi realizada a 5ª Força-Tarefa de Ciência Sem Fronteiras na sede da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), em São Paulo, com objetivo de fomentar o diálogo entre os setores público e privado e aumentar o engajamento de empresas na disponibilidade de estágios no exterior e na adesão ao Portal Estágios e Empregos, recentemente lançado pelo Programa.

Participaram da reunião, o coordenador-geral do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) no CNPq, Marcio Ramos Oliveira, a coordenadora de bolsas da Capes, Marilene Vieira,  o diretor executivo da Comissão para Intercâmbio Educacional entre os Estados Unidos e o Brasil (Fulbright), Luiz Valcov Loureiro e representantes de várias empresas parceiras ou que manifestaram interesse em se envolver com a capacitação de recursos humanos e o fomento de estágios no exterior por meio do CsF, especialmente nas áreas de ciência, tecnologia, matemática e engenharia. 
 
Com a formatura dos primeiros estudantes financiados pelo Programa, o governo se empenha para que eles sejam rapidamente absorvidos pelas empresas. Uma das iniciativas foi a criação do Portal Estágios e Empregos, reunindo informações de bolsistas à procura de emprego e empresas que buscam profissionais especializados. Segundo o coordenador, Marcio Ramos Oliveira, desde o lançamento do Portal, a ferramenta virtual já cadastrou mais de 4 mil bolsistas. Em três semanas, o volume de acessos chegou a 52 mil. Atualmente, há 54 vagas publicadas de 25 empresas. A partir de junho, o portal aceitará vagas no exterior.
 
Nos dois anos de existência do Programa, já foram concedidas 20 mil bolsas. Serão oferecidas mais 25 mil bolsas até o fim deste ano, somando 45 mil. Até 2015, o governo deverá ter cumprido a meta de financiar 101 mil bolsistas, destaca o coordenador. Das 20 mil bolsas em andamento, 4,3 mil são para cursos nos Estados Unidos, o destino mais procurado.
 
Fullbright - Nos Estados Unidos, a Comissão Fullbright é uma das interlocutoras do CSF junto às universidades americanas. De acordo com Luiz Loureiro, diretor executivo da Comissão Fullbright, há 581 estagiários do CSF em 178 empresas. Outros 150 alunos brasileiros estão trabalhando com pesquisas nas universidades.
 
“É um número bastante grande, ao que se chegou com a ajuda da Amcham e de cada uma das empresas e universidades”, destaca Loureiro. No entanto, algumas limitações impedem o crescimento desse volume. A principal delas é a barreira do idioma, aponta Loureiro. É por isso que o MCTI criou o programa Inglês Sem Fronteiras, curso online de idiomas voltado aos bolsistas que não atingiram o nível desejado para acompanhar as aulas em outra língua.
 
Aprendizado acadêmico e pessoal - De volta ao Brasil no início do ano, a estudante de engenharia de computação Gabriela Botelho fez parte da primeira leva de bolsistas do CSF e agora faz estágio em uma startup brasileira.
 
Nos Estados Unidos, Gabriela estudou na tradicional Universidade Dartmouth, em Massachussets. “Também tive a oportunidade de conhecer Harvard e o MIT – Massachussets Institute of Technology”, afirma ela.
 
A flexibilidade da grade curricular americana foi uma das gratas surpresas da estudante brasileira, que aproveitou para frequentar cursos de modelagem em 3D, uma área de design industrial que ainda carece de bons cursos no Brasil, e até piano.
 
No ano em que estudou nos Estados Unidos, Gabriela estagiou por três meses na área de desenvolvimento de TI da General Electric (GE) Healthcare. Na empresa, recebeu avaliações positivas e, com isso, espera ter causado boa impressão. “Espero que a GE se sinta motivada a contratar outros estudantes”,afirma ela.
Para ela, receber uma bolsa para estudar no exterior é a oportunidade para ampliar horizontes pessoais e profissionais. “Descobri que gosto de trabalhar em ambientes descontraídos, por isso estou em uma startup. Mas já fiz entrevistas para o Google e o Facebook”, adianta Gabriela.
 
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
(Com informações e fotos  da Amcham Brasil) 

Encontro com bolsistas do Ciência sem Fronteiras é realizado em Milão e Pádua

A Embaixada do Brasil na Itália promoveu encontros com bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) em Milão e em Pádua, nos dias 8 e 9 de maio, com o apoio da Secretaria Técnica do CsF na Itália, do Instituto Politécnico de Milão, da Universidade de Milão e da Universidade de Pádua.

 A Embaixada do Brasil na Itália promoveu encontros com bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) em Milão e em Pádua, nos dias 8 e 9 de maio, com o apoio da Secretaria Técnica do CsF na Itália, do Instituto Politécnico de Milão, da Universidade de Milão e da Universidade de Pádua.

Nos encontros, foram esclarecidas dúvidas sobre temas de interesse dos estudantes, como similaridades e diferenças entre os sistemas universitários brasileiro e italiano, reconhecimento dos créditos e questões imigratórias. Também foram colhidas sugestões para o aperfeiçoamento do Programa, em vista do aumento da participação da Itália no CsF no próximo semestre.

Os objetivos do Programa foram reforçados juntos aos estudantes e às instituições de ensino superior. No caso do encontro em Milão, houve participação de representantes da Telecom Italia/Tim, parceira do CsF. A empresa oferece, a cada semestre, 50 vagas de estágio para bolsistas do Programa em seus centros de pesquisa na Itália.

No contexto das comemorações dos 150 anos do Instituto Politécnico de Milão, foi realizado seminário sobre cooperação universitária com o Brasil, com foco no CsF, após o encontro com os bolsistas. O evento aumentou a visibilidade do Programa em uma das mais prestigiosas instituições de ensino superior da Itália e contribuiu para a divulgação das modalidades de bolsas do CsF com atuação no Brasil.

Em Milão, após o encontro com os bolsistas e o seminário, houve apresentação de um grupo de capoeira. Em Pádua, um espetáculo musical em homenagem ao centenário do nascimento de Vinicius de Moraes foi realizado ao fim da reunião.

Com informações da Embaixada do Brasil na Itália 

Bolsista do CsF conquista primeiro lugar em competição de robôs nos EUA

A estudante de graduação da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Anne Karollyne Petry, conquistou o primeiro lugar em uma competição de robôs realizada na Universidade Federal de Kentucky, onde participa de um intercâmbio por meio do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF).
A estudante de graduação da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Anne Karollyne Petry, conquistou o primeiro lugar em uma competição de robôs realizada na Universidade Federal de Kentucky, onde participa de um intercâmbio por meio do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF). Neste mês, a bolsista fará um estágio na área de criação da empresa General Motors. 
 
Junto com mais três colegas, a bolsista disputou o prêmio com outras 19 universidades norte-americanas. A tragédia ocorrida em Fukushima em 2011 foi o tema de seu trabalho. "Planejamos e construímos um robô movido por controle remoto, com propósito de determinar o nível de radiação em localizações específicas e inspecionar danificações no ambiente", relatou a estudante.
Segundo Anne Petry, a ideia era construir um veículo capaz de proteger o ser humano das altas doses de contaminação radioativa. "Utilizamos um tipo de portão que abria e fechava para largar os sensores e levantava em quase 45º. Colocamos duas câmeras, com o objetivo de guiar o motorista e identificar os obstáculos", explicou. Leia mais sobre o projeto (em inglês) aqui.

Ciência sem Fronteiras - É um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional.
Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas contempladas, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.
 
A iniciativa é fruto de esforço conjunto do Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas instituições de fomento,  CNPq e Capes.
 

Coordenação de Comunicação Social 

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