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Bolsista é eleito um dos 30 jovens mais influentes do país

O ex-bolsista do Programa Ciência Sem Fronteiras (CsF), Caio Moreira Guimarães, foi eleito pela Revista Forbes um dos 30 jovens com menos de 30 anos mais influentes do país. Os selecionados revelam, segundo a publicação, iniciativa, criatividade e talento.

O ex-bolsista do Programa Ciência Sem Fronteiras (CsF), Caio Moreira Guimarães, foi eleito pela Revista Forbes um dos 30 jovens com menos de 30 anos mais influentes do país. Os selecionados revelam, segundo a publicação, iniciativa, criatividade e talento.

O relatório é inspirado no "30 under 30", realizado pela Forbes americana há 4 anos. Entre atrizes, cantores e jogadores de futebol, Caio aparece como representante científico da lista, ao lado de fundadores de startups de tecnologia.

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O estudante foi premiado pela Universidade de Harvard e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) pelo desenvolvimento de uma "lanterna medicinal" portátil capaz de erradicar infecções provocadas por bactérias resistentes a antibióticos, usando apenas algumas frequências de luz.

Aluno de engenharia Elétrica da Escola Politécnica de Pernambuco (POLI/UPE), Caio foi selecionado pelo CsF e cursou dois semestres em Nova York, na Hofstra University. Lá, teve aulas de engenharia elétrica biomédica e, assim, conseguiu uma vaga para pesquisar em um dos laboratórios de maior prestígio no mundo, o Wellman Center for Photomedicine, em Boston.

Assista ao vídeo com Caio, preparado pelo jornal Diário de Pernambuco.

CsF
Lançado em dezembro de 2011, o Ciência sem Fronteiras já concedeu mais de 87 mil bolsas. O programa busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio de suas respectivas instituições de fomento – Capes e CNPq.

Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. Dados do programa podem ser consultados no Painel de Controle do CsF.

Resultado de teste de proficiência em inglês será requisito para a inscrição em curso

O programa Idiomas sem Fronteiras ampliou a aplicação do teste de nivelamento Toefl¿ITP para que seja a porta de entrada nas demais ações do programa referentes à língua inglesa. A partir de maio próximo, um dos requisitos para a inscrição no curso My English On-Line (MEO) e nos cursos presenciais de inglês será o resultado do teste, que pode ser realizado mais de uma vez e gratuitamente.

 O programa Idiomas sem Fronteiras ampliou a aplicação do teste de nivelamento Toefl–ITP para que seja a porta de entrada nas demais ações do programa referentes à língua inglesa. A partir de maio próximo, um dos requisitos para a inscrição no curso My English On-Line (MEO) e nos cursos presenciais de inglês será o resultado do teste, que pode ser realizado mais de uma vez e gratuitamente.

Estudantes do curso My English On-Line podem fazer a inscrição para realizar, gratuitamente, o Toefl–ITP [test of english as a foreign language – integral transformative practice], reconhecido internacionalmente na avaliação do nível de proficiência em língua inglesa. O teste será aplicado nas universidades da rede federal credenciadas pelo Idiomas sem Fronteiras, criado em 2012 pelo Ministério da Educação para aumentar a proficiência dos estudantes interessados em intercâmbio no exterior pelo programa Ciência sem Fronteiras.

O resultado do teste não interferirá no nível que o aluno estiver cursando no MEO, nem em sua promoção. Indicará apenas como o estudante está em termos de certificação nacional e auxiliará o núcleo gestor do programa na avaliação da proficiência nacional. A pontuação do Toefl-ITP é sigilosa. Só é divulgada ao próprio candidato que realizar o teste.

A presidente do programa Idiomas sem Fronteiras, Denise de Abreu e Lima, explica que o benefício do teste de nivelamento estava restrito aos estudantes das universidades da rede federal e aos candidatos do Ciência sem Fronteiras. Com a ampliação da oferta, o teste pode ser feito por qualquer estudante inscrito no My English On-Line, por alunos de instituições particulares e por aqueles que, por algum motivo, estejam com senha bloqueada. O resultado geral dos testes auxiliará na avaliação do programa e no desenho de ações para melhoria do ensino do idioma.

Os alunos das instituições particulares que cursam o MEO, ativos ou bloqueados, devem fazer o cadastramento para realizar o teste em instituições da rede federal. Nas instituições estaduais, somente alunos de graduação e de pós-graduação podem fazer o teste; nas universidades e institutos federais de educação, ciência e tecnologia, os técnicos administrativos, estudantes e docentes.

Avaliação
Duzentos mil estudantes já realizaram o teste de nivelamento. A maioria foi classificada no nível intermediário. De acordo com Denise, o Toefl-ITP é importante para o estudante mensurar a compreensão oral, escrita, vocabulário e gramática em língua inglesa e para a avaliação do próprio Idiomas sem Fronteiras. "É fundamental porque começamos a avaliar as ações do próprio programa", afirma. "Começamos a perceber onde é necessário investir mais, em que níveis precisamos dar mais acesso e que tipos de cursos precisamos ofertar. E é a média nacional que nos dá esse retorno, não a média individual do aluno."

A partir de maio, somente serão aceitas inscrições para as aulas presenciais de inglês ofertadas pelas universidades federais de estudantes que tiverem realizado o teste.

A relação das instituições credenciadas para aplicar o Toefl-ITP pode ser consultada na página do Idiomas sem Fronteiras na internet.

(Rovênia Amorim - ACS/MEC)

Shell oferece oportunidade de estágio e mentoria para estudantes do Ciência sem Fronteiras

A Shell investe na qualificação de universitários para a indústria. Em parceria com a CAPES e o CNPq, a empresa está patrocinando 50 bolsas por ano para estudantes de mestrado e graduação nos cursos de Engenharia (Produção, Mecânica, Química, Petróleo e Civil), Geologia e Geofísica. O maior diferencial da companhia é a oportunidade de participação no processo seletivo,realizado exclusivamente pela Shell, para concorrer a vagas de estágio remunerado no exterior (EUA, Holanda e Reino Unido). A duração do estágio é de 10 a 12 semanas no período das férias. Além do estágio, a empresa também oferece um programa de mentoria virtual, realizada mensalmente por executivos da empresa, durante 12 meses. Os mentores poderão oferecer orientação sobre como as organizações privadas funcionam, estimular o networking e fortalecer a autoconfiança para lidar com oportunidades e desafios no mercado de trabalho.

 A Shell investe na qualificação de universitários para a indústria. Em parceria com a CAPES e o CNPq, a empresa está patrocinando 50 bolsas por ano para estudantes de mestrado e graduação nos cursos de Engenharia (Produção, Mecânica, Química, Petróleo e Civil), Geologia e Geofísica. O maior diferencial da companhia é a oportunidade de participação no processo seletivo,realizado exclusivamente pela Shell, para concorrer a vagas de estágio remunerado no exterior (EUA, Holanda e Reino Unido).  A duração do estágio é de 10 a 12 semanas no período das férias. Além do estágio, a empresa também oferece um programa de mentoria virtual, realizada mensalmente por executivos da empresa, durante 12 meses. Os mentores poderão oferecer orientação sobre como as organizações privadas funcionam, estimular o networking e fortalecer a autoconfiança para lidar com oportunidades e desafios no mercado de trabalho.

Em 2013, a Shell completou um século de operação contínua no Brasil. São mais de cem anos de pesquisas, inovações tecnológicas e entrega de resultados que contribuem para o desenvolvimento do país e para o suprimento da demanda energética global de forma responsável. Conheça a Shell: www.shell.com.br

Estudantes do Ciência sem Fronteiras participam de feira na Irlanda

Um grupo de cinco estudantes brasileiros, participantes na modalidade de graduação-sanduíche do Programa Ciência sem Fronteiras na Irlanda, participou, em janeiro, da feira BT Young Scientist & Exhibition, encontro científico que reuniu cerca de 55 mil pessoas na capital Dublin. Os bolsistas, que fazem parte da graduação no Instituto de Tecnologia de Waterford (WIT), atuaram como expositores no estande da instituição de uma série de experimentos.

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Um grupo de cinco estudantes brasileiros, participantes na modalidade de graduação-sanduíche do Programa Ciência sem Fronteiras na Irlanda, participou, em janeiro, da feira BT Young Scientist & Exhibition, encontro científico que reuniu cerca de 55 mil pessoas na capital Dublin. Os bolsistas, que fazem parte da graduação no Instituto de Tecnologia de Waterford (WIT), atuaram como expositores no estande da instituição de uma série de experimentos.

O evento tem como objetivo difundir as ciências básicas, como química, física, matemática, computação e tecnologia, e ciências humanas. A feira também é uma oportunidade para a apresentação de projetos e novas ideias geradas pela população irlandesa do ensino fundamental e médio, com premiação em dinheiro para os melhores colocados.

Depoimento
O estudante de enfermagem do Centro Universitário do Espírito Santo (UNESC), da cidade de Colatina, Raul Monteiro Gomes De Oliveira, relata a satisfação em participar do evento. "Foi gratificante a experiência, pois vimos que o nosso inglês evoluiu de forma que pudemos nos comunicar claramente com o público irlandês, que nos questionava a todo o momento sobre o funcionamento das experiências", conta.

Para o bolsista, a relação com o público jovem que frequentava a feira foi um dos destaques. "Dá muita satisfação saber que estamos mudando o caminho daquelas crianças para o âmbito da curiosidade no meio cientifico, ampliando a capacidade de pensar e imaginar."

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Capacidades que também têm sido ampliadas pela experiência dos brasileiros no Ciência sem Fronteiras. "O programa tem sido uma oportunidade de crescimento social e intelectual. Com a diversidade cultural que convivemos diariamente, ampliamos nossa visão e o entendimento de uma sociedade melhor e mais civilizada", concluiu o estudante capixaba.

Além de Raul, participaram Ana Karina Clezar Fantini, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), André Luis Dos Santos Abrantes, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Elidiane de Azevedo Silva, do Instituo Federal da Paraíba (IFPB), e Luis Ricardo Mucciaroni, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG).

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CsF
Lançado em dezembro de 2011, o Ciência sem Fronteiras busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio de suas respectivas instituições de fomento – Capes e CNPq.

Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior. Dados do programa podem ser consultados no Painel de Controle do CsF.

CCS/Capes

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