O evento preparatório parabolsistas contemplados com bolsas de graduação sanduíche para o segundo semestre deste ano pelo Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) foi realizado, em junho, no auditório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
O evento preparatório para bolsistas contemplados com bolsas de graduação sanduíche para o segundo semestre deste ano pelo Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) foi realizado, no mês de junho, no auditório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O encontro contou com a participação de 270 estudantes e a transmissão online do evento pelo site do Programa teve mais de 23 mil acessos. 
 
Com a presença de representantes dos consulados de cada país em que os estudantes irão embarcar nos próximos meses, os novos bolsistas puderam tirar dúvidas mais freqüentes e saber as principais informações de cada um deles, como cultura, ensino, clima, entre outros. Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Holanda, Reino Unido, Espanha, Bélgica e Finlândia são os países contemplados por esta chamada.
 
O evento teve como objetivo esclarecer aos bolsistas os principais pontos antes do embarque ao exterior e do início das atividades, como a obtenção de visto, a vida no país de destino, apresentação da cartilha do CsF, acomodação e alojamento, pagamento de benefícios e auxílios financeiros, obrigações do bolsista, envio de documentos após a chegada no exterior, entre outras dúvidas.
 
Para o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, esse encontro é um dos momentos mais marcantes, pois o contato com quem é o foco do Programa, os estudantes bolsistas, é de fundamental importância. “Este evento é para fazer o aquecimento dos motores, dos seus motores. Quem faz desenvolvimento são as pessoas. Se não tivermos tecnologia aliada ao conhecimento humano não se tem desenvolvimento. Vocês são a aposta do futuro. Aproveitem ao máximo essa oportunidade. Vocês serão os futuros líderes de empresas, líderes de governo. Apostem nisso, porque o Brasil apostou em vocês”, disse.
 
Glaucius Oliva ainda destacou que o Ciência sem Fronteiras é único e inovador e trouxe contribuições fundamentais para o crescimento do país, como o avanço significativo da tecnologia aliada ao conhecimento. “A pesquisa no Brasil tem uma história recente, assim como nossas universidades. As primeiras escolas eram basicamente de ensino. Com a criação do CNPq e ao longo desses 62 anos de atuação da agência esse quadro mudou”, ressaltou o presidente.
 
A representante do Ministério das Relações Exteriores, chefe do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, Maria Luiza Ribeiro Lopes da Silva, fez uma apresentação das principais dificuldades encontradas pelos estudantes que embarcam para estudar no exterior e orientações básicas para os novos bolsistas.
 
A estudante de Engenharia de Produção da Universidade de Brasília (UnB), Júlia Mizael Monteiro, bolsista do Programa que embarca em agosto para a Inglaterra, afirmou que a expectativa é enorme e a melhor possível. “Pretendo aprender bastante e voltar ao Brasil e contribuir para o crescimento do país. Teremos a oportunidade de adquirir conhecimento nas melhores universidades do mundo e ainda colocar em prática esse aprendizado por meio dos estágios. É uma excelente oportunidade para o meu crescimento pessoal e profissional”, destaca a estudante.
 
Declarações de bolsistas e ex-bolsistas do Programa também foram apresentadas em um vídeo elaborado pela coordenação do CsF. Além disso, o evento teve transmissão online ao vivo pelo site do CsF. Ao final do encontro, os alunos puderam tirar suas dúvidas com coordenadores do Programa.
 
Chamadas abertas - Novas chamadas de graduação sanduíche para 2014 foram abertas no dia 4 de junho. No total, são 13.480 vagas abertas para 18 áreas do conhecimento científico e tecnológico em nove países da Europa, Ásia e América do Norte. Os interessados podem efetuar sua inscrição até julho de 2013, sendo que a data final depende do país de destino escolhido.
Os países envolvidos nas chamadas são: Alemanha (com 2.000 vagas previstas); Austrália (2.250 vagas previstas); Canadá (2.188 vagas previstas); Coréia do Sul (292 vagas previstas); Estados Unidos (2.000 vagas previstas); Finlândia (300 vagas previstas); Hungria (2.300 vagas previstas); Japão (150 vagas previstas); e Reino Unido (2.000 vagas previstas). O candidato deverá escolher o país de destino, que terá um parceiro definido para cuidar de sua devida inserção no exterior.
Mais informações no site: www.cienciasemfronteiras.gov.br
 
 
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
Fotos: Marcelo Gondim – COCOM/CNPq
 
(Atualizado em 02/07/2013)